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Com terço na mão, Letícia Cazarré desabafa após nova cirurgia da filha: “Na UTI”

Quanta alegria! A pequena Maria Guilhermina, de 3 meses, filha do ator Juliano Cazarré com Letícia, está bem após a terceira cirurgia no coração

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Na noite dessa última terça-feira (27), a jornalista Letícia Cazarré apareceu nas redes sociais para atualizar os fãs a respeito do quadro de saúde da pequena Maria Guilhermina, de 3 meses, que passou pela terceira cirurgia por um problema raro no coração.

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A jornalista e esposa do ator Juliano Cazarré compartilhou uma foto em que aparece segurando um terço e anunciou que o procedimento foi um sucesso.

Com terço na mão, Letícia Cazarré desabafa após nova cirurgia da filha: "Na UTI"

Casados a mais de 10 anos, Juliano e Letícia, são pais também de Vicente (12 anos), Inácio (9 anos), Gaspar (3 anos) e Maria Madalena (1 ano).

Para explicar a condição nada comum que atinge a bebê recém-nascida de Juliano Cazarré e Letícia Cazarré, segundo o site OFuxico perguntou para a Dra. Juliana Rodrigues Neves, especialista em Cardiologia Pediátrica e Diretora do Departamento de Intervenções em Cardiopatia Congênitas da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista (SBHCI).

“A anomalia de Ebstein é uma cardiopatia congênita rara e na sua forma neonatal como foi o caso da Maria Guilhermina, ela é extremamente rara. A cardiopatia congênita do tipo anomalia Ebstein ocorre em 1 a cada 20 mil recém-nascidos.

Essa anomalia trata-se de uma má formação em uma das válvulas do coração, que abrem para deixar o sangue percorrer e fecham para que ele não volte pelo caminho de onde veio. Então, nesta condição, há uma anomalia da válvula conhecida por triplos. A válvula tricúspide é a porta de entrada do coração e deixa que os vasos que trazem o sangue já utilizado (retirado o oxigênio pelo corpo), e eles voltem ao coração, passam pela válvula tricúspide e continuam para o pulmão para receber esse oxigênio de volta. A anomalia de Ebstein é uma doença desta válvula, que está implantada mais baixo do que o o comum. Diante disso, a doença se torna mais séria quanto mais baixo for essa implantação da válvula”, explica a Dra. Juliana.

A especialista também relata como é realizado o diagnóstico em casos como o da filha recém-nascida do ator Juliano Cazarré. “Nesse caso, o diagnóstico foi realizado ainda dentro do útero. Isso é feito por meio de um exame que se chama ecocardiograma fetal, feito por um médico cardiopediatra, especialista em realizar o ecocardiograma ainda na barriga da mãe, é com esse ultrassom que se determina a forma da doença de Einstein, o grau de repercussão e se vai ser necessário uma intervenção logo após o nascimento ou não”.