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Saúde

O risco de parada cardíaca com medicamento Ibuprofeno aumenta em 31%

clofenaco e ibuprofeno foram associados a um aumento de 50% e 31% no risco, respectivamente. Naproxeno, celecoxibe e rofecoxibe não foram associados à ocorrência de parada cardíaca, provavelmente devido ao baixo número de eventos

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Em alguns casos certos medicamentos são vendido sem precisar apresentar receita médica no ato da compra, porém alguns remédios são muito perigosos se tomar em maior quantidade.

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Os médicos estão alertando que não são inofensivos, mas uma pesquisa publicado em 2019 na revista European Heart Journal concluiu que o medicamento ibuprofeno em maior quantidade pode causar o risco de parada cardíaca e a pesquisa ainda mostrou que tem anti-inflamatórios que ainda apresentam um risco ainda maior para a saúde.

Nova pesquisa indica risco cardíaco associado ao ibuprofeno e diclofenaco

Os anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) foram associados ao risco cardiovascular, porém até hoje não se sabe se seu uso está relacionado a parada cardíaca fora do hospital (out-of-hospital cardiac arrest, OHCA).

Em um novo estudo, publicado no European Heart Journal – Cardiovascular Pharmacotherapy os pesquisadores examinaram dados relacionados a 28.947 indivíduos com OHCA do registro nacional dinamarquês de parada cardíaca. O total de 3.376 desses pacientes foram tratados com um AINE até 30 dias antes da OHCA.

Os resultados ⇒ observaram que o uso de qualquer AINE estava associado a um risco 31% maior de parada cardíaca. Diclofenaco e ibuprofeno foram associados a um aumento de 50% e 31% no risco, respectivamente. Naproxeno, celecoxibe e rofecoxibe não foram associados à ocorrência de parada cardíaca, provavelmente devido ao baixo número de eventos.

“Os achados foram um duro lembrete de que AINEs não são inofensivos, os medicamentos Diclofenaco e ibuprofeno, ambos comumente usados, foram associados a um risco significativamente aumentado de parada cardíaca. AINEs devem ser usados com cautela e para uma indicação válida, provavelmente eles devem ser evitados em pacientes com doença cardiovascular ou muitos fatores de risco cardiovascular”, relatou o Professor Gunnar H. Gislason, professor de cardiologia no Hospital Universitário Gentofte em Copenhagen, Dinamarca.

Foi registrada que várias mortes que aconteceu entre o ano 2001 a 2010 na Dinamarca as vitimas veio a óbito depois de tomar uma quantidade em excesso do medicamento, durante anos.

Os pesquisadores acreditam e alertam, que o motivo do medicamento aumenta as plaquetas que provoca coágulos e com isso só deveriam estar em farmácia em poucas quantidades e serem vendidos com recita medica. Eles não recomendam tomar mais de 2.400 miligramas ao dia para pacientes com doença cardiovascular grave.

A pesquisa foi feita pelos maiores cientistas e médicos dos EUA, deixando claro que o risco de alguns remédios mesmo que pareçam inofensivos e que causam grandes problemas para a nossa saúde, levanto ate a morte.