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Saúde

Câncer no ovário pode matar silenciosamente: veja 10 sintomas que são verdadeiros alertas

Segundo a Instituto Nacional do Câncer (INCA), anualmente são registrados cerca de 6,5 mil casos novos de câncer de ovário e mata milhares de mulheres no Brasil todos os anos

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O câncer de ovário é o mais letal entre os tumores ginecológicos, ficando atrás apenas do câncer do colo do útero. Esse tipo de patologia é difícil de ser diagnosticada por não ter sintomas inicialmente e não há exame para rastreamento ou detecção precoce, por isso em torno de 75% das pacientes só descobrem a doença quando ela já está em estado avançado.

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Segundo a Instituto Nacional do Câncer (INCA), anualmente são registrados cerca de 6,5 mil casos novos de câncer de ovário e mata milhares de mulheres no Brasil todos os anos.

A causa da maioria dos casos de câncer de ovário ainda são desconhecidas, mas o que se sabe é que alguns fatores de risco tornam a mulher mais propensa, como idade e histórico familiar. Com isso, 25% dos casos são hereditários.

Sintomas

  • Inchaço;
  • Dor pélvica ou abdominal;
  • Necessidade de urinar frequentemente com urgência;
  • Fadiga sem motivo aparente;
  • Dor nas costas;
  • Dor durante a relação sexual;
  • Constipação ou diarreia (mudanças no intestino);
  • Alterações menstruais;
  • Inchaço abdominal com perda de peso;
  • Perda de peso aparente sem fazer dieta ou exercícios físicos;

Precauções

  • É muito importante ter consultas e exames regularmente ginecológicos, pois além de saber como anda sua saúde, também pode diagnosticar algum problema precocemente;
  • O controle de peso, evitar o excesso de alimentos gordurosos, porque existem estudos que indicam relação entre esse tipo de câncer com obesidade e alto consumo de gordura;
  • Se por acaso, existe parente de primeiro grau com histórico de câncer de ovário e/ou de mama, é essencial ter consultas com o médico todos os anos;
  • Respeite as datas dos retornos ao ginecologista, principalmente se você faz terapia de reposição hormonal, porque nesse caso o risco é maior dessa mulher desenvolver esse câncer;
  • O risco de desenvolver câncer de ovário aumenta de acordo com a idade e raramente é diagnosticado em mulheres com menos de 40 anos, pois as mulheres mais afetadas são aquelas que já passaram pela menopausa.

Tratamento

Até recentemente, o melhor tratamento era através da remoção do tumor cirurgicamente e também da quimioterapia. Atualmente como a medicina avança mais e mais, a evidência de benefício de manutenção com medicamentos como os inibidores de PARP (grupo de inibidores farmacológicos da enzima Poli Adenosina difosfato Ribose| Polimerase que funciona como uma quimioterapia oral) mostram resultados positivos a pacientes com câncer em estágios mais avançados (classificadas nos estados III e IV) e também àquelas com recorrência da doença. Esta classe de medicamentos ainda não consta no rol de obrigatoriedade da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) e tampouco se encontra disponível no SUS (Sistema Único de Saúde).