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Saúde

Câncer de pulmão: estes são os 3 sintomas menos conhecidos da doença

Para um aumento da sobrevida é importante um diagnóstico o mais cedo possível

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Para manter uma vida saudável é necessário ter hábitos também saudáveis, como uma dieta balanceada com a ingestão de frutas, verduras e legumes, praticar atividades físicas e ter uma boa noite de sono. Fazer um check-up todos os anos também é algo extremamente indispensável, já que qualquer qualquer anomalia pode ser vista logo no início.

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Nesse artigo falaremos sobre o câncer de pulmão, evidenciando sintomas que são menos comuns da doença. Pra quem ainda não sabe esse tipo de tumor é o terceiro mais comum em homens e o quarto em mulheres no Brasil, de acordo com o Inca – Instituto Nacional do Câncer.

Em todo o globo, esse tipo de tumor está em primeiro lugar entre os mais comuns em homens e terceiro nas mulheres. Os sinais da doença costumam surgir quando já está em estágio avançado e por essa razão, há uma elevada taxa de mortalidade, sendo a primeira causa de óbito por câncer entre os homens e o segundo entre as mulheres, conforme dados do ano de 2020.

Câncer de pulmão e a taxa de sobrevivência

Na maior parte dos casos, a sobrevida do paciente em cinco anos é de 18%. Vale ressaltar que apenas 16% desse tipo de tumor é diagnosticado na fase inicial (quando o tumor está localizado e não sofreu metástase, ou seja, não se espalhou para outros órgãos). Nestas circunstâncias a taxa de sobrevida de cinco anos é de 56%.

Dentre os sintomas mais comuns do câncer de pulmão há: catarro com sangue, tosse persistente, dificuldade respiratória, dor no peito, cansaço e fraqueza. É de grande importância lembrar que, no caso de pessoas fumantes, o ritmo habitual da tosse acaba sendo mudado fazendo com que haja crises em horários incomuns.

Três sintomas de câncer que são pouco conhecidos

Além dos sintomas relatados acima, existem outros três sinais que são pouco conhecidos pela maior parte das pessoas, sendo eles: casos de rouquidão, aparecimento de novos sibilos pulmonares e infecções respiratórias recorrentes (crises de bronquite recorrentes e pneumonias).

É importante reforçar que o tabagismo é o fator principal na contribuição para o câncer de pulmão. Ademais, fatores genéticos, históricos familiares da doença, exposição a poluição do ar, doença pulmonar obstrutiva crônica e infecções pulmonares de repetição podem favorecer o desenvolvimento desse tipo de tumor. Os idosos entre 50 e 70 anos também fazem parte do grupo de risco da doença.

No caso de estar apresentando algum dos sintomas citados, procure ajuda profissional para avaliação. Apenas o médico é capaz de dar o diagnóstico correto e prescrever o tratamento adequado para cada caso.