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Saúde

Aprenda 4 dicas incríveis para evitar o doloroso problema da unha encravada

O termo científico para unha encravada é “onicocriptose”, o nome é de origem grega e significa unha escondida

A condição costuma afetar o dedão do pé, mas não quer dizer que as unhas das mãos não podem ser afetas. Pessoas diabéticas correm maior risco de complicações. Algumas pessoas tem as unhas tão encravada que precisam ter certos cuidados, como cortar a unha de forma certa, evitar calçados apertados, entre outros.
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O termo científico para unha encravada é “onicocriptose”, o nome é de origem grega e significa unha escondida. A unha encrava é quando uma das suas bordas da unha no decorrer do crescimento penetra na pele e isso acontece pelo aumento na pressão sobre a unha. Os sintomas do encravamento são dor, inchaço e vermelhidão nos cantos das unhas, que podem até mesmo soltar pus.

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Prevenção

1. Cortar as unhas muito curtas e no formato arredondado, pois o comprimento é necessário para tapar a ponta do dedo. Dessa forma evita que a pressão do sapato sobre o pé, faça com que a unha seja ”empurrada” para baixo e fazendo que a unha cresça debaixo da pele;
2. Calçados muito apertados, pressiona os dedos de forma que a unha se desenvolva debaixo da pele. Pessoas que tem diabetes, principalmente precisam ficar atentos com isso, pois há risco de ter sérios problemas com a onicociptose causando muita dor e demora no processo de recuperação;
3. Uso de meias sintéticas ou muito apertadas;
4.  Dedo muito largo ou desviado, podendo favorecer a compressão sobre o calçado.

→ A unha encravada pode ser classificada em três graus diferentes :
• Grau I –  queixa de dor.
• Grau II – além da dor, há também uma secreção sanguínea ou purulenta.
• Grau III – se caracteriza pelo quadro de dor intensa, secreção e edema na área acometida.

       Tratamento

Nem sempre requer a atenção de um médico, mas se a unha estiver infeccionada é necessário ir ao Podólogo ou Dermatologista, para receber a indicação de pomadas ou remédios antissépticos, para evitar que mais bactérias infeccionem o local. Se o paciente for diabético ou tiver outras dificuldades de cicatrização, é recomendado que ele busque ajuda médica.

Em casos simples, é feito o uso da aplicação de órteses (aparelho provisório) ou um pedaço de algodão para separar a ponta de unha da pele, fazendo com que o problema seja resolvido. Já em outros casos, pode ser indicado o uso de banhos de imersão em soluções contendo antissépticos ou em água quente com sal podem ajudar a reduzir a inflamação.

Com o passar do tempo, sem cuidados, o problema pode se agravar com a formação de um granuloma piogênico, conhecido popularmente como “carne esponjosa” que, além de provocar muita dor, ser bastante sensível, apresenta pus, calor, inchaço, deformação do dedo afetado, sangra facilmente e pode ocasionar dificuldade para caminhar.

Casos graves podem ser tratados por meio de cirurgias no pé e esse tipo de procedimento costuma ser conduzido por médicos ortopedistas.

Se a unha ainda estiver infeccionada, é importante evitar tratamentos e intervenções caseiras!