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VÍDEO: Homens armados tentam bloquear a SC-401, em Florianópolis

Na noite desta segunda-feira dia 15 de fevereiro, um grupo de pessoas tentou bloquear o SC-401 em Florianópolis com pneus queimados, mas a agitação acabou logo após a polícia dispersar a mobilização.

Segundo a Polícia Rodoviária Militar, um grupo de pessoas até atirou contra a Polícia, mas o confronto durou pouco. A tentativa de bloqueio ocorreu por volta das 18h40, próximo ao Floripa Shopping, e o trânsito foi rapidamente liberado sob ação policial.

O homem que tentou fechar o SC-401 foi dito ser da comunidade de Monte Verde, mas não foi reconhecido pela polícia. Nenhuma prisão ou morte foi registrada e, devido ao curto período de tempo, nenhuma estimativa do número de pessoas neste local foi feita.

O PMRv (Polícia Rodoviária Militar) citou o Tenente Eduardo Nunis: “Suspeita-se que tenha sido devido à morte de um criminoso de Morro de Mokoto.” O responsável disse que devido à emergência, exceto pela sua empresa.

Outros batalhões da Polícia Militar também foram chamados. O incidente citado pela polícia ocorreu na tarde de sábado dia 13 de fevereiro, durante a operação vespertina do Morro do Mocotó.

As autoridades informaram que o homem morreu durante um confronto com a polícia, era foragido e estava envolvido com tráfico de drogas e outros crimes, Conforme relatado pelo ND +, a polícia realizou várias ações nas noites de fim de semana em resposta a incidentes de tráfico de drogas e assistiu a multidões em bailes de carnaval na área.

Na ocasião, a polícia encontrou três homens armados e abriu fogo contra eles ao avistarem o veículo. Durante o confronto, um policial teve um problema com sua arma, “Depois de resolver esse problema [da arma], eles progrediram e encontraram um homem caído no chão e um casal tentando movê-la.

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A mulher tentou lavar o sangue e o homem tentou arrastar o sangue. Ele foi identificado como a pessoa que disparou contra a guarnição. Ainda estava vivo, pelo que o SAMU foi obrigado a comparecer no local.

No entanto, faleceu mais tarde. O Tenente Coronel Dhiogo Cidral da 4ª BPMSC denunciou que a Polícia Civil e o IGP (Instituto de Tecnologia Geral) estiveram no crime cena para provar a morte.