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Caso Carrefour: Funcionária foi presa como coautora de homicídio

Mais uma grande novidade sobre esse caso que já deu muito o que falar nas redes sociais desde que ocorreu, uma agente de fiscalização chamada Adriana Alves Dutra também foi presa no fim da tarde desta última terça-feira dia 24 de novembro. Ela está sendo acusada de ser coautora do homicídio que chocou o país, onde os seguranças do supermercado mataram asfixiado João Alberto.

Segundo um dos funcionários que trabalhava para a empresa terceirizada, Adriana ordenava que os seguranças agissem de maneira agressiva contra todos que pudessem ser avaliados pelos próprios seguranças como alguém que pudesse roubar a loja. Essa nova informação tem dado o que falar nas redes, pois a empresa já é motivo de vários protestos na internet por casos anteriores.

João Alberto Silveira de Freitas tinha 40 anos de idade, segundo testemunhas ele teria agredido uma caixa do supermercado que acionou os seguranças do local, as imagens das câmeras de segurança filmam o momento em que os dois seguranças vão conduzir o homem até a saída.

Porém uma câmera de fora flagra o momento em que Beto como era conhecido vira e dá um soco no rosto de um dos seguranças, e eles começar a agredir o homem. Em meio as agressões João Alberto sufoca e acaba falecendo por asfixia, por se tratar de um caso onde os dois seguranças eram brancos e a vítima negra o fato foi tratado como racismo por parte dos agressores.

Isso acabou dando ainda mais visibilidade no caso, pois tudo aconteceu na véspera da consciência negra. As imagens viralizaram em pouco tempo nas redes sociais, e o dia 20 de novembro foi marcado com vários protestos em todo o país contra a violência que os seguranças agiram e também contra a discriminação racial.

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A polícia ainda está averiguando todos os fatos e investigando o ocorrido como um todo.

Fonte: R7