Lula livre
Capa da revista ISTOÉ ( imagem: Istoé)

A capa da revista Istoé desta semana revela com exclusividade que o movimento petista intitulado “lula livre”, usou dinheiro público para se manter e custear gastos.

lula livre
Capa da revista ISTOÉ desta semana

A ISTOÉ alega ter obtido documentos que comprovam que o Partido dos trabalhadores (PT), usou dinheiro da União(dinheiro público) na compra de passagens aéreas, diárias de hotéis e alimentação para os petistas irem a Curitiba pedir a soltura do ex-presidente. Usou também o dinheiro para o pagamento no de locação de veículos, no aluguel de salas para reuniões e, até mesmo, no custeio do trabalho de seguranças privados em atos registrados em favor do “Lula Livre”. Em especial, no acampamento erguido próximo à sede da PF de Curitiba.

Segundo a ISTOÉ, os valores destinados ao fundo partidário “destina-se a sustentar as atividades de organização meramente partidárias, não iniciativas de promoção pessoal de seus filiados, como se verifica clara, expressa e indiscutivelmente no movimento pela libertação do ex-presidente

O site mostra algumas imagens de supostos documentos que comprovam os gastos feitos nas manifestações a favor do ex presidente Lula, como por exemplo, os R$: 2.294,73 gastos em passagens aéreas para Dilma ir de Porto Alegre a Curitiba em um ato pró-Lula no dia 23 de Abril de 2018.

Os R$: 26.438,551 gastos entre os dias 21 e 24 de Abril de 2018, usados para pagar passagens aéreas para petistas irem aos atos a favor do ex presidente Lula. Entre eles, Fernando Haddad, oex presidente do PT de São Paulo, Emídio de Souza, e o deputado estadual Renato Simões.

Além disso também foram gastos R$: 14.437,50, usados para pagar locações de vans usados para atender os petistas entre os dias 7 e 11 de Abril de 2018.

LEIA TAMBÉM:  Nilson Izaias: Saiba quem é o Senhor de 71 anos que se tornou o novo fenômeno do YouTube

Um total de R$: 11.913,75 pago para a empresa que fez a segurança de Lula enquanto estava no sindicato dos metalúrgicos antes de ser preso, e para fazer a escolta de militantes em Curitiba.

Dentre outros gastos altos estão os gastos com hotel para Lindbergh Farias quando ainda era senador, passagens e hospedagens para apoiadores petista, aluguel de salas de reuniões e outras coisas.

Segundo a ISTOÉ, os valores retirados do fundo partidário para custear despesas na campanha “Lula livre” foram de quase 1 milhão de reais.

Você pode clicar aqui e ter acesso a toda a matéria do site ISTOÉ, inclusive com imagens que comprovam suposta utilização de dinheiro publico para custear gastos do movimento pro-Lula.